design/objetos

Banho na temperatura certa

08.06.08 | Permalink | Comentários

Já falamos aqui sobre como o design serve para resolver problemas ou atender a necessidades, hoje temos outro bom exemplo:

Bath Safeguard: termômetro para banheira

Bath Safeguard

Nada como um longo e relaxante banho de banheira, não é mesmo? Mas se a água estiver fria ou quente demais… será um desastre.

Pra nos ajudar a não ficar com um banho frio demais ou para evitar queimaduras com um banho quente demais, o designer Kai Chen, criou o Bath Safeguard.

O Bath Safeguard nada mais é do que um estiloso termômetro de silicone para ser usado na banheira. A interface do produto é muito simples, com um sistema de leds ele emite uma suave luz que vai da cor azul escuro a vermelho, representando a temperatura da água.

banho na temperatura certa

banho na temperatura certa

O equipamento é recarregável e sua base ainda traz uma escala de cores e temperaturas, para você não ter dúvidas na hora de entrar na banheira.
Com a água na temperatura certa… é só aproveitar bem o banho.

carregador com escala de cores e temperatura

carregador com escala de cores e temperatura
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design/embalagem

Comunicativo e funcional

08.05.08 | Permalink | Comentários

O design de embalagens nem sempre recebe a atenção ou os cuidados que merece, por vezes sacrifica-se seu aspecto comunicativo - que é fundamental -, outras seu aspecto funcional, em outras coisas horríveis são criadas com o argumento da funcionalidade, etc.
Nenhum dos membros da INK_Designers - Agência de Criação fuma e nem sequer incentiva o fumo, mas as embalagens dos cigarros JT Tobacco desenhados por ASYL são fantástico exemplo de design de embalagens e não poderiam deixar de aparecer por aqui:

 

A funcionalidade e elegância do mecanismo deslizante é muito evidente e a solução comunicativa para diferenciar os tipo de cigarro em forte, Heavy, médio, Regular e menta, Cool Mint, é simples e direta, como a comunicação deve ser.

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design/embalagem

Enxergar o óbvio

08.04.08 | Permalink | Comentários

Ao contrário do que possa parecer, enxergar o óbvio, nem sempre é uma tarefa simples, por vezes o óbvio só se revela depois de muito trabalho.
Um bom exemplo disso é o design da embalagem dos vinhos SixSeeds de Evan Geltosky:

SixSeeds

Pense bem: vinho + uva + six seeds… a solução não é extremamente óbvia?!
A grande chave do design está, muitas vezes, justamente em desvendar o óbvio, enxergar aquilo que esteve lá todo o tempo, mas ninguém havia se dado conta.
Além de “óbvia”, a solução é belíssima e elegante.

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design/objetos

Design como solução

07.29.08 | Permalink | 1 Comentário

O senso comum muitas vezes nos leva a entendimentos precipitados das coisas, com o design não é diferente, e isso fica bastante evidente quando perguntamos a alguém o que ou para que serve o design. Uma resposta bastante provável é que o design serve para fazer coisas mais bonitas.

O erro fundamental esta em ignorar ou deixar em segundo plano as questões funcionais do design. O design é fundamentalmente uma forma de solucionar problemas. E é bem fácil demonstrar isso e poderiamos dar uma série de exemplos para confirmar esta afirmativa, mas hoje mostraremos um só, este aqui:

 

Hashi para novatos

Tukaani: hashi para novatos

Os famosos “pauzinhos” usados na culinária japonesa, o nome é hashi, são um grande desafio a quem se aventura em um restaurante japonês pela primeira vez. Uma solução usual (bem melhor do que apelar para o, até desrespeitoso, garfo e faca) é juntar o hashi com um elástico, mas convenhamos que além de feio e deselegante a solução é também pouco prática, pensando em dar uma solução melhor, mais eficiente e mais prática para este problema o designer Lincoln Kayiwa criou o Tukaani.

 

o Tukaani em ação

o Tukaani em ação

Mais do que uma bela forma o design deve servir a uma função, solucionar um problema, melhorar / facilitar a relação das pessoas com objetos, interfaces, etc.

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inovação

Pensando “out of the box”

07.04.08 | Permalink | Comentários

Você sabia que a desacelaração e a parada de trens e metrôs são momentos críticos quanto ao desperdício de energia?

Pensando em solucionar este problema o taiwanês Peng Yu-lun se perguntou se os trens realmente deveriam para nas estações, e sua resposta foi: Não!

Pode parecer loucura, mas é um fantástico exemplo de um pensamento out of the box e como uma solução criativa pode mudar tudo, mesmo as idéias e modos de fazer mais estabelecidos e que inicialmente podem parecer imutáveis.

Confiram o vídeo de demonstração da idéia:

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